13 de abril de 2012

O curto dia de 24 horas livres

Foi aí que sempre esteve o problema. Queremos que tudo passe rápido, que seja tudo tão breve, mas passamos horas dormindo, desperdiçando nosso tempo enquanto ainda há café na garrafa térmica, enquanto ainda podemos utilizar o pó de guaraná do fundo do armário. Queremos que tudo passe rápido, mas gastamos horas do nosso dia conversando com pessoas de diversas partes do país, pessoas que nunca vimos. Passamos horas sentados na frente de um computador, aquele instrumento de lazer e trabalho que deveria ser usado, no máximo, duas horas por dia. Quanto tempo da nossa vida desperdiçamos escrevendo, estudando, dormindo, conversando, sonhando? Mas... Se deixarmos de fazer essas simples coisas o que faríamos? Onde deixaríamos o tempo se esvair? 
 É como areia que corre entre os dedos e volta pra praia. Porque sempre volta pra praia.

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Quem? Eu?

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Catarinense e carioca ao mesmo tempo. Apaixonada por cinema. Apaixonada por música. Apaixonada por cheiro de livros, novos e velhos. Professora de produção textual por amor, bibliotecária por profissão, ex-estudante de História, estudante de fonoaudiologia (simplesmente porque gosto dos cadáveres) e sem noção nenhuma sobre a vida.