16 de abril de 2012

A dor de amar

"Nunca mais vou ser a mesma." Quantas vezes já disse isso e continuei cometendo erros? É tão vago achar que poderia mudar, que a vida me mudaria. A mentira de ter encontrado aquilo que realmente queria, aquilo que procurei durante anos e anos. Ver isso se esvair, como um vento que leva tudo, leva você e outras partes importantes de mim. Agradeceria se o vento levasse essa angustia toda, essa tristeza de perder algo que eu queria ter por muito tempo, algo que me deixava feliz com apenas uma palavra. Porque complicamos tanto? Se não há amor, acaba. Se há amor demais, acaba. Se há amor, também acaba. O que é necessário? Preciso que alguém me diga como eu devo amar. Eu não lembro de ter quebrado um espelho nos ultimos sete anos.

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Quem? Eu?

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Catarinense e carioca ao mesmo tempo. Apaixonada por cinema. Apaixonada por música. Apaixonada por cheiro de livros, novos e velhos. Professora de produção textual por amor, bibliotecária por profissão, ex-estudante de História, estudante de fonoaudiologia (simplesmente porque gosto dos cadáveres) e sem noção nenhuma sobre a vida.